Exercícios - Travalíngua

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Travalíngua

 

Trava-língua é um conjunto de palavras  formando uma sentença que seja de difícil articulação em virtude da existência de sons que exijam movimentos seguidos da língua que não são usualmente utilizados.

Os travalínguas, além de aperfeiçoadores da pronúncia, servem para divertir e provocar disputa entre amigos. São embaraçosos, provocam risos e caçoadas. Eles fazem parte das manifestações orais da cultura popular, são elementos do nosso folclore, como as lendas, os acalantos, as parlendas, as adivinhas e os contos.

O que faz as crianças repeti-los é o desafio de reproduzi-los sem errar. Entra aqui também a questão do ritmo, pois elas começam a perceber que, quanto mais rápido tentam dizer, maior é a chance de não concluir o trava-línguas.

Esse tipo de poema pode ser um bom recurso para trabalhar a leitura oral, com o cuidado de não expor alunos com mais dificuldades. É nessa leitura que melhor se observa o efeito do trava-línguas e, dependendo da atividade, passa a ser uma brincadeira que agrada sempre.

Os trava-línguas podem ainda ser escritos para criar uma coletânea de elementos do folclore e pesquisados em diferentes fontes: livros, sites na internet ou revistas de passatempos.

Fonte: Wikipédia

 

AGORA, VAMOS PRATICAR:

 

NINHO DE MAFAGAFOS

Um ninho de mafagafas Tinha seis mafagafinhos. Tinha também magafaças, maçagafas, maçafinhos, mafafagos, magaçafas, maçafagas, magafinhos. Isso além dos magafafos e dos mafagafinhos.  

FEIJÃO, MELÃO, PINHÃO, MAMÃO 

Feijão, melão, pinhão, mamão. Meijão, malão, feinhão, pimão. Pijão, feilão, manhão, memão. Majão, pilão, menhão, feimão.    

PAGA O PATO

Paga o pato, dorme o gato. Foge o rato, paga o gato. Dorme o rato, foge o pato. Paga o rato, dorme o pato, foge o gato.    

O RATO E A ROSA RITA  

O rato roeu a roupa do rei de Roma, o rato roeu a roupa do rei da Rússia, o rato roeu o rabo do Rodovalho... O rato a roer roía. E a Rosa Rita Ramalho do rato a roer se ria!  

A RATA  

A rata roeu a rolha da garrafa da rainha.  

PINTOR PORTUGUÊS  

Paulo Pereira Pinto Peixoto, pobre pintor português, pinta perfeitamente portas, paredes e pias, por parco preço, patrão.  

PADRE PEDRO

-Pedreiro da catedral está aqui o padre Pedro? -Qual padre Pedro? -O padre Pedro Pires Pisco Pascoal. Aqui na catedral tem três padres Pedros Pires Piscos Pascoais. Como em outras catedrais.

PEDRO  

Se o Pedro é preto, o peito do Pedro é preto e o peito do pé do Pedro é preto.  

RETRETA  

Quando toca a retreta na praça repleta se cala o trombone se toca a trombeta.  

GATO  

Gato escondido com rabo de fora tá mais escondido que rabo escondido com gato de fora.  

TATU  

-Alô, o tatu taí? -Não, o tatu num tá. Mas a mulher do tatu tando, é o mesmo que o tatu tá.        

ARARA DA IARA  

Iara amarra a arara rara a rara arara de Araraquara.  

PINTO  

O pinto pia, a pipa pinga. Pinga a pipa, o pinto pia. Pinto pia, pipa pinga. Quanto mais o pinto pia mais a pipa pinga.  

PARDAL PARDO  

-Pardal pardo, por que palras? -Palro sempre e palrarei, porque sou o pardal pardo, o palrador d’el-rei.  

TIGRES TRISTES  

Três pratos de trigo para três tigres tristes.    

O SAPO NO SACO  

Olha o sapo dentro do saco, o saco com o sapo dentro, o sapo batendo papo e o papo soltando vento.  

TEMPO  

O tempo perguntou pro tempo quanto tempo o tempo tem. o tempo respondeu pro tempo que o tempo tem tanto tempo quanto tempo o tempo tem.  

JABUTICABEIRA  

Jabuticabeira pequenina, Quando te despequeninajabuticabeirarizarás tu? Eu me despequeninajabuticabeirarizarei ao se despequeninajabuticabeirarizarem todas as pequeninas jabuticabeiras ainda não despequeninajabuticabeirarizadas.  

O VELHO  

Por aquela serra acima Vai um velho seco e peco. Ó seu velho seco e peco! este cepo seco é seu?

ZÉ É  

Zé é, ducatiribé salamacuté fifirififé. Cadê a Aninha inha, ducatiribinha salamacutinha fifirififinha? Saiu com a Rute ute, ducatiribute salamacutute fifirififute. Visitar o João ão, ducatiribão salamacutão fifirififão.

VELHA FURUNFUNFELHA  

Era uma vez um caçador furunfunfor, triunfunfor, misericuntor; que foi à caça furunfunfaça, triunfunfaça, misericuntaça; e caçou um coelho furunfunfelho, triunfunfelho, misericuntelho... Então pegou o bicho furunfunficho, triunfunficho, misericunticho, e levou-o a uma velha furunfunfelha, triunfunfelha, misericuntelha, e pediu: -Velha furunfunfelha, triunfunfelha, misericuntelha, assa-me este coelho furunfunfelho, triunfunfelho, misericuntelho -Pois não – disse a velha furunfunfelha, triunfunfelha, misericuntelha.   E pegou o coelho furunfunfelho, triunfunfelho, misericuntelho e assou no forno furunfunforno, triunfunforno, misericuntorno; mas tendo fome furunfunfome, triunfunfome, misericuntome comeu o assado furunfunfado, triunfunfado, misericuntado.   Quando veio o caçador furunfunfor, triunfunfor, misericuntor procurar o almoço furunfunfoço, triunfunfoço, misericuntoço perguntou assim: --Velha furunfunfelha, triunfunfelha, misericuntelha, onde está minha caça furunfunfaça, triunfunfaça, misericuntaça? -Ó meu senhor furunfunfor, triunfunfor, misericuntor! – disse a velha furunfunfelha, triunfunfelha, misericuntelha. O seu coelho furunfunfelho, triunfunfelho, misericuntelho, comeu-o o gato furunfunfato, triunfunfato, misericuntato...

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